Confesso que mesmo tendo tido vários cachorros e gatos,
fiquei morrendo de medo no primeiro dia. Antes eu morava com minha mãe, então
tinha ela para nos salvar, agora seria só eu e Cláudio.
Alfredinho chegou, tomou água e deitou no chão da cozinha.
Não comeu porque tínhamos comprado a ração Premier para raças grandes e o canil
nos orientou a dar ração para Filhotes de raças Médias. Eles estava acostumado
a comer esta. Então Cláudio correu no PETz trocar. Alfredinho estava sonadinho
e cansado. Quando Cláudio voltou, colocamos a ração, mas ele não comeu. Já
começa a primeira preocupação: por que ele não comeu? Está doente? Estranhando
a casa? Sentindo falta dos irmãos?
Bateu um aperto no coração.
Mas 1h depois ele acordou, comeu toda ração e pegou fogo.
Parecia que tinha dado corda no brinquedo, de tanto que este cachorrinho
pulava. Nos primeiros segundos na sala, ele fez cocô no tapete, derrubou e quebrou
2 enfeites e depois fez um xixi enorme também no tapete! E apagou novamente
(foi a foto da capa, a primeira foto dele).
Alfredinho nunca sentiu medo de nada. Foi cheirando a casa
toda e a cada cômodo descoberto, uma aventura. Dormiu muito. Quando escureceu,
deu meia noite, percebemos que apagando as luzes, ele se acalmou. Eu deitei no
chão do lado da caminha dele (um colchão de berço da Ortobon, que mandei fazer
os lençóis e Alfredinho nem liga, ama o chão gelado ... rsss) até ele dormir e
se acostumar a ficar sozinho de noite. Aliás dormi vários dias no chão ao lado
dele.
Às 6h em ponto ele acordou e pediu para subir na cama. Eu
deixei. E nunca mais ele saiu dela. Rssss
Todo santo dia ele acorda às 6h da manhã, vai na cozinha
fazer xixi, ou segura para o passeio das 7h30, e vem me acordar para subir na
cama. Até chora como bebê que é. Se não levanto, late como se fosse um cachorro
de 2 metros, de tão forte! Ama ficar na cama me mordendo e rolando de um lado
para o outro e ama deitar no travesseiro do Cláudio e colocar a bundona dele na
nossa cara. Confesso que eu adoro!

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